Imprensa

O Buzzero.com na imprensa

Buzzero.com na BHTI Magazine

Cursos online conquistam sucesso

Buzzero.com já têm mais de 300 matrículas por dia

Sex, 10 de Setembro de 2010

Pensando nas facilidades logísticas de vender produtos pela internet aliada à tendência de compartilhamento de informações pela rede, foi criada há cerca de cinco meses a Buzzero.com. A empresa oferece os mais variados cursos, que podem ser gratuitos ou pagos.

De acordo com o Diretor de Marketing, Robson Catalan, atualmente o portal (www.buzzero.com) já tem 1,4 mil cursos ativos, sendo que 100 deles são gratuitos. São 3 mil autores cadastrados e há uma média de 300 alunos cadastrados por dia. O tíquete médio, levando em consideração os cursos pagos, é de R$ 40.

A expectativa é que até o final do ano o site chegue a ter 15 mil matrículas por mês, com 2 mil cursos cadastrados. “Estamos experimentando uma aceitação muito boa. O número de matrículas está crescendo constantemente”. A previsão de faturamento mensal não foi informada. Os cursos mais procurados são os de projetos sociais, canto para iniciantes, culinária e paisagismo.

Catan afirma que para ter o maior número possível de usuários, o sistema utilizado permite que os cursos sejam enviados no Microsoft Powerpoint. Ao final do curso os alunos fazem uma prova e recebem certificados de conclusão.

O Diretor de Tencologia da Informação, Eduardo Souza, destaca que a plataforma de desenvolvimento utilizada foi a .NET, em função da experiência da equipe envolvida na tecnologia. “Conseguimos mais agilidade na criação de soluções, o que é importante para o negócio”.

Buzzero.com na Super Notícia

Aprenda ou ensine em cursos pela internet
Aulas custam, em média, R$ 50 e receita é dividida entre site e professor; mineiros criaram plataforma inovadora
Publicado no Super Notícia em 13/09/2010

 

“Qualquer um é capaz de ensinar, pois todos têm um conhecimento que alguém queira aprender”. Essa é a definição de Robson Catalan para o Buzzero.com (www.buzzero.com.br), site de cursos criado por ele e dois amigos há um ano. A plataforma é a única do tipo em funcionamento no Brasil e foi criada por mineiros. A ideia é que as pessoas comuns produzam cursos sobre os mais variados temas, como culinária, idiomas ou canto para iniciantes. Tornar-se um professor é rápido e fácil. O autor faz o cadastro gratuitamente, estabelece um valor a ser cobrado pelo conteúdo e recebe 50% do valor das matrículas realizadas.
O professor conta com infraestrutura tecnológica e ações de marketing que divulgarão seu curso. A avaliação da metodologia e da qualidade dos cursos é feita pelos alunos, que deixam notas e comentários.

Para fazer o curso, o interessado compra e baixa o conteúdo. O preço médio é de R$ 50 por curso, mas pode chegar a R$ 200. Caso não goste do conteúdo, a pessoa pode cancelar a compra em até sete dias. Em cerca de um ano, já foram realizadas 20 mil matrículas na Buzzero.

Nome
O nome vem do termo em inglês buzz, que define a propagação e resume o objetivo do site: oferecer uma ponte entre quem tem o que ensinar e quem busca o aprendizado.

Buzzero.com na Rede Minas

As opções de ensino a distância são cada vez maiores, mas quais as vantagens e desvantagens? No final, vale a pena?

 

Fonte: http://www.redeminas.tv/centro-de-midia/emprego-e-renda/aprendizado-pela-internet

Buzzero.com no Estado de Minas

Aprendizado a um cliqueAutonomia de tempo e economia são atrativos de cursos on-line nas mais variadas áreas, de crochê a informática

Estado de Minas

Publicação: 28/10/2010 12:46 Atualização: 28/10/2010 12:51

Dirce Galvão aprendeu a elaborar projetos e aplica seus conhecimentos para ajudar uma organização não governamental de Belo Horizonte (Shirley Pacelli/Esp.EM/D.A Press)
Dirce Galvão aprendeu a elaborar projetos e aplica seus conhecimentos para ajudar uma organização não governamental de Belo Horizonte

Corte-e-costura, paisagismo, crochê, iniciação em rapel, reeducação alimentar e acredite, até mesmo de como lavar e passar roupa. É possível aprender tudo isso sem sair de casa. É o que atestam os alunos dos cursos on-line oferecidos pelo site Buzzero (www.buzzero.com), como a aposentada Dirce Galvão e o comerciante Michael Borges. O espaço virtual é uma versão 2.0 dos sites de ensino a distância, nos quais, além de aprender, o internauta pode ensinar e ser remunerado por isso. São cerca de 1,2 mil cursos (pagos e gratuitos) das mais diversas áreas de conhecimento.  O Buzzero é membro da Associação Brasileira de Educação a Distância (ABED) e recebe cerca de 7 mil visitantes por dia, com aproximadamente 300 matrículas diárias.

A mineira Dirce Galvão, aplicou o conhecimento do curso de elaboração de projetos, em uma organização não-governamental na qual trabalha como voluntária e que desenvolve projetos de intervenção social na Região Leste de BH. ” Estou sempre colocando em prática o que aprendi, vale a pena. Paguei R$ 59,90 e fiz o curso de 30 dias. Você administra seu tempo, faz aulas de madrugada, nos fins de semana e pode revê-las quando quiser “, conta Dirce. Segundo ela, as aulas são interativas, com áudio, ilustrações  e vídeos. Mas avisa: “É preciso disciplina para organizar o tempo e completar o aprendizado”.

Dono de uma agência de turismo em Pederneiras (São Paulo), Michael Borges decidiu fazer um curso on-line depois de descobrir que na região não havia aulas presenciais no seu ramo. “Achei o site no Google e fiz o curso para guia de turismo. O valor é bem acessível e não há gastos com transporte e alimentação”, justifica. Ele aprendeu a atender melhor os clientes, pois agora tem uma linguagem mais apropriada junto ao público-alvo. Para ele, é essencial procurar empresas credenciadas para fazer esse tipo de curso. “Você também pode ter dúvidas num curso a distância, elas são resolvidas por e-mail. Não há problemas.”

Já a baiana Lucielma Carneiro fez um curso numa área mais prática: corte e costura, somente como hobby. “Meu esposo me inscreveu depois de me dar uma máquina de costura de presente. Não tinha noção de nada. Agora, já fiz saia e vestido para mim”, revela Lucielma. “Os R$ 29,90 que paguei valeram a pena. Deu para aprender realmente. Se fosse para pegar um pano e fazer uma peça eu não saberia. Todo domingo agora tenho roupa nova para sair”.

TENDÊNCIA Segundo Robson Catalan, diretor de marketing e um dos sócios do Buzzero, a ideia era valorizar  aqueles que queriam compartilhar conhecimento. “Já via na internet pessoas que contribuíam voluntariamente com o conteúdo de sites, como o Wikipédia. Não importa a profissão ou formação, todos têm algum tipo de conhecimento e podem ser autores do Buzzero e receber por isso”, explica.

Eduardo Franco, técnico em segurança do trabalho em Belo Horizonte, é um dos que descobriram o potencial do site. Ele, que já foi aluno do curso de primeiros socorros do Buzzero, hoje é professor dos cursos segurança em altura, segurança em laboratórios químicos e direção defensiva. A partir de R$ 19,90 é possível ter acesso ao seu material on-line. “Respondo às dúvidas dos alunos nos fins de semana. Estou recebendo cerca de R$ 200 por mês referente às matrículas. Pretendo dar  mais cursos de segurança do trabalho, mas antes planejo fazer alguns de informática no próprio site para aprimorar o layout e ferramentas de interação do meu material”, afirma o técnico.

O site oferece 50% do valor total das vendas finalizadas como comissão de direitos autorais e curso grátis de aprimoramento para os autores. Há também a facilidade de hospedagem dos cursos sem nenhum ônus e a liberdade para os autores estipularem os valores de seus produtos. Para os internautas, há a opção de ver 25% do conteúdo, antes do pagamento do curso.

O diretor Robson Catalan conta que existem hoje 1.403 cursos disponíveis no Buzzero (100 deles gratuitos) e que eles procuram eliminar barreiras para quem quiser oferecer  seus cursos para o público. “O formato é sempre em arquivo de power point e após 20 minutos que o autor nos envia, o material já está disponível na rede. Para garantir a qualidade do conhecimento, há uma nota de 0 a 5 dada pelos próprios alunos e a possibilidade de fazer comentários livres, que podem ser vizualizados”, detalha Robson. Quanto melhor avaliado, mais chance do curso se destacar no site.

Para Robson, há uma praticidade nos cursos on-line, que faz com que eles sejam muito procurados. “Há temas específicos,  que seriam difíceis de encontrar em escolas, já que elas privilegiam cursos com maior demanda. No site, se houver uma matrícula, a pessoa tem acesso ao material de estudo. Pessoas de todas as idades e faixa de renda podem ser alunas”, acrescenta o diretor.

Fonte: http://www.em.com.br/app/noticia/tecnologia/2010/10/28/interna_tecnologia,188806/aprendizado-a-um-clique.shtml

Buzzero na Pequena & Grandes Negócios

PEGN Pequenas Empresas Grandes Negocios Buzzero.com

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Buzzero.com no O Tempo Online

Aprenda ou ensine de tudo um pouco em cursos pela internet
Aulas custam, em média, R$ 50 e receita é dividida entre site e professor
Publicado no Jornal OTEMPO em 07/09/2010
Universal. Lema de Robson Catalan é que todas as pessoas têm algo para ensinar e alguém que queira aprender

“Qualquer um é capaz de ensinar, pois todos têm um conhecimento que alguém queira aprender”. Essa é a definição de Robson Catalan para o Buzzero.com (www.buzzero.com.br), site de cursos criado por ele e dois amigos há um ano. A plataforma é a única do tipo em funcionamento no Brasil e foi criada por mineiros.

A ideia é que as pessoas comuns produzam cursos sobre os mais variados temas, como culinária, idiomas ou canto para iniciantes. Tornar-se um professor é rápido e fácil. O autor faz o cadastro gratuitamente, estabelece um valor a ser cobrado pelo conteúdo e recebe 50% do valor das matrículas realizadas.

O professor conta com infraestrutura tecnológica e ações de marketing que divulgarão seu curso. A avaliação da metodologia e da qualidade dos cursos é feita pelos alunos que deixam notas e comentários.

Para fazer o curso, o interessado compra e baixa o conteúdo. O preço médio é de R$ 50 por curso, mas pode chegar a R$ 200. Caso não goste do conteúdo, a pessoa pode cancelar a compra em até sete dias. Em cerca de um ano, já foram realizadas 20 mil matrículas no Buzzero.

Propagação. Os idealizadores queriam um espaço para difundir informação, ao mesmo tempo em que oferecesse possibilidade de retorno financeiro para os usuários. O nome vem do termo em inglês buzz, que define a propagação e resume o objetivo do site: oferecer uma ponte entre quem tem o que ensinar e quem busca o aprendizado.

O administrador Miki Sangawa achou no espaço a oportunidade que procurava para dividir seu conhecimento na área administrativa e de finanças. Autor de vários cursos, descobriu a plataforma em uma busca na internet. “Ofereço cursos com conteúdo básico e direcionado até para quem não é da área”, explica.

Já a assistente social Dirce Galvão encontrou no site o conhecimento que precisava para atuar na organização não governamental (ONG) que ajuda. “Foi importantíssimo para a elaboração de projetos na ONG. Meus dias são corridos e a plataforma oferece conforto e rapidez, já que posso estudar em casa”, justifica.